Nas
construções do bem, é
forçoso contar com a
retirada de muitos
companheiros e, em muitas
ocasiões, até mesmo
daqueles que se nos fazem
mais estimáveis.
É
preciso aguentar a
separação, quando
necessária, como as
árvores toleram a poda.
Erro grave reter conosco
um ente amigo que anseia
por distância.
Em
vários casos,
assemelham-se às
estradas que se bifircam
para atender aos
desígnios do progresso.
Não servir de
constrangimento para
ninguém.
Se
alguém nos abandona, em
meio de emprendimento
alusivo à felicidade de
todos e se não nos
possível atender à
obra, em regime de
solidão, a Divina
Providência suscita o
aparecimento de novos
companheiros que se nos
associam à luta
edificante.
Nunca pedir ou exigir de
outrem aquilo que outrem
não nos possa dar.
Não menosprezar a quem
quer que seja.
Saibamos orar em
silêncio, uns pelos
outros.
Apenas Deus pode julgar o
íntimo de cada um.
ANDRÉ
LUIZ
(Sinal Verde, 38, FCX,
edição CEC)
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