Ensinam os Benefeitores
Espirituais que apenas sabemos de nós pelos outros...
Nossa maior e melhor notícia acerca de nós mesmos surge
nos lábios de nosso próximo...
Que sinais emitimos para que sejamos fotografados dessa
ou daquela forma? Com que tintas carregamos nossos atos
para que nosso retrato surja dessa ou daquela cor, na
tela viva de nosso irmão?
Acerca do tema, André Luiz, na mensagem desta semana,
fornece-nos importante elucidações.
Nas faixas mínimas da
sua experiência cotidiana surge o roteiro humano que
você representa para os outros.
Os traços do semblante pintam-lhe o clima interior.
Os seus objetos de uso pessoal compõem o edifício da
sua simplicidade.
A ordem dos seus afazeres indica-lhe o grau de
disciplina.
O cumprimento das suas obrigações denuncia-lhe o valor
da palavra empenhada.
O teor da amizade dos seus vizinhos, para com a sua
pessoa, qualifica a sua capacidade de se fazer entendido.
O diapasão da sua palestra dá o tom da sua altura
íntima.
A segurança da sua opinião traduz a firmeza dos seus
ideiais.
Os tecidos que lhe envolvem o corpo configuram-lhe o
senso de naturalidade.
As iguarias da sua mesa revelham-lhe o papel do estômago
no mundo moral.
A natureza do cuidado com o seu físico fala francvamente
de suas possíveis relações com a vaidade.
O seu presente diz, para todos, o que você foi no
passado e o que você será no porvir, com reduzidas
possibilidades de erro.
A uniformidade entre o movimento das suas idéias, dos
seus conceitos e das suas ações disseca, à vista de
todos, a fibra da sua vontade.
Todas as criaturas que lhe
partilham a existência lêem incessantemente os
letreiros vivos que lhe estabelecem a verdadeira
identidade nos panoramas da Vida, respondendo-lhe as
mensagens inarticuladas com aversão ou simpatia,
contentamento ou desagrado, conforme a sua plantação de
bem ou mal.
("O
Espírito da Verdade", 76, FEB)
Que a sua semana seja de paz e felicidade, sempre com
Jesus!